versão 2
quinta-feira, 23 de maio de 2013
olhos sem horizonte
olhos que pousam no chão
tão pesados da vergonha
tiram-se à luz e ao sol
enlutam-se
pelo negro-baço do pudor
esganam a alma
cinzelam o amargor
no rosto, sempre tristes
receosos
temem o coração
não pulsam, não se elevam
são olhos que rojam pelo chão
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